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Projeto leva indígenas para escolas no DF e entorno

Projeto leva indígenas para escolas no DF e entorno

*Por Tato Comunicação

Projeto Abril Indígena promove intercâmbio entre alunos de escolas do DF e as culturas indígenas, com o Grupo Walê Fulni-ô apresentando suas habilidades artísticas 

Edição 2025 terá intérprete em Libras para crianças com deficiência auditiva, áudio- descrição para alunos deficientes visuais e o documentário: Curumins

De 31 de março a 16 de abril

Há 28 anos, os arte-educadores Pablo Ravi e Daniel Santos, promovem interação entre alunos, professores e os Fulni-ô, etnia indígena de Pernambuco. De 31/03 a 16/04, alunos das escolas rurais e urbanas do Distrito Federal e entorno irão conhecer um pouco mais sobre a história do Brasil e sua nação também através do documentário Curumins e uma vivência com o povo Fulni-ô.

Com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF), o projeto “Abril Indígena” com o Grupo Walê Fulni-ô – segue as diretrizes da lei que determina o ensino de Cultura Indígena nas escolas.

 O objetivo desse encontro, de forte caráter sócio-educativo, que já realizou mais de 1,3 mil apresentações, é fazer com que a garotada se familiarize com a realidade dos povos que ajudaram a formar a base da sociedade brasileira.

O projeto agora conta com um reforço no conteúdo: o documentário Curumins, disponível no YouTube da Associação Cultura Candanga (https://youtu.be/4T5olClxZFQ). O curta, com 17 minutos, mostra o cotidiano do povo Kamayurá no Mato Grosso, que vivem da pesca, caça e do que plantam. E o povo Fulni-ô, em Pernambuco, que situa-se no município de Águas Belas, onde os indígenas vivem de artesanatos e de diversos serviços feitos na cidade e na própria aldeia.  O intuito é que toda criança tenha acesso ao documentário e passe a entender um pouco mais como vivem as crianças indígenas. 

A iniciativa é um reconhecimento da importância dos indígenas na formação do povo brasileiro. Atualmente, existem no Brasil 305 etnias indígenas, mostrando a imensa diversidade dessa cultura. “Queremos que os alunos saiam um pouco dos livros e vivenciem esse contato direto com os indígenas, quebrando preconceitos e estereótipos, levando cultura para as escolas, ouvindo suas histórias e aprendendo um pouco da cultura indígena”, diz o também arte-educador Pablo Ravi coordenador do projeto e diretor do documentário Curumins, “Esse projeto é para que todos possam ter conhecimento de suas raízes, entender um pouco mais sobre a história do Brasil e também servir de exemplo para nossas crianças e professores. Um ganho coletivo para as crianças que aprendem mais e para os indígenas, que podem divulgar sua cultura. 

Com experiência profissional junto à FUNAI – entidade nacional responsável pelos interesses indígenas – Pablo Ravi e o arte-educador Daniel Santos fazem um primeiro contato junto às escolas promovendo palestras lúdicas, descontraídas e interativas. A ideia é despertar o senso crítico e trazer novas reflexões sobre a comunidade indígena brasileira.

A segunda etapa é ainda mais divertida, com apresentações de danças, canções e rituais Fulni-ô para alunos, professores e funcionários das escolas, fazendo que todo mundo, literalmente, entre na roda. Brincando, se divertindo e interagindo, todos aprendem histórias desse povo e um pouco da língua nativa Yatê.

Para difundir ainda mais os costumes e as tradições da etnia indígena, uma exposição de artesanato será montada durante a passagem do Grupo Walê Fulni-ô pela escola.  Uma lembrança marcante dessa experiência poderá ser adquirida com a compra de brinquedos como artesanatos, brincos, apitos, chocalhos, flautas e cocares.

O Grupo Walê Fulni-ô fará apresentações culturais e sócio-educativas na rede pública, de manhã e à tarde, até o dia 16 de abril.

Sobre o Documentário

Título: Curumins (Original) 

16 min, ano 2020, Brasil;

Direção: Pablo Ravi / produção: Associação Cultura Candanga / roteiro: Pablo Ravi;

Trilha Sonora: Pablo Ravi;

Elenco: Povo Fulni-ô PE e Povo Kamayura MT.

O documentário Curumins busca desconstruir preconceitos e estereótipos sobre os povos nativos brasileiros, numa linguagem acessível a todos os públicos, especialmente crianças e adolescentes.

O filme apresenta dados gerais essenciais, além das particularidades de duas etnias bem diferentes uma da outra: Fulni-ô, que vive em área urbana e Kamayurá – mais isolada- que vive na maior reserva indígena do Brasil, no Parque Indígena do Xingu.

O vídeo traz grande conhecimento interdisciplinar, mas transcende o científico: tem uma mensagem que promove respeito à diversidade. Ao mesmo tempo em que apresenta as singularidades, aproxima indígenas e não-indígenas, porque apresenta a beleza que existe nas trocas entre culturas em busca de um mundo mais sustentável, mais justo e fraterno.

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Locais e Horários

DIA 31.03

●      Escola Classe São Bartolomeu – São Sebastião 08h30 e 15h

●      Centro Educacional do PAD-DF – São Sebastião 10h30 e 13h30

DIA 01.04

●      EC Dom Bosco 10h30 e 13h30

●      Projeto Ludocriarte 08h30 e 15h

DIA 02.04

●      Escola Classe 04 Paranoá 08h30 e 15h

●      Centro de Ensino Médio 04 de Sobradinho 10h30 e 13h30

DIA 03.04

●      Escola Classe Parque dos Ipês 10h30 e 13h30

●      Centro de Educação Infantil 03 de São Sebastião 8h e 15h

DIA 04.04

●      Escola Classe 203 Itapoã 10h30 e 13h30

●      Centro de Ensino Fundamental Zilda Arms 08h30 e 15h

DIA 14.04

●      Escola Classe Ipê Núcleo Bandeirante 8h e 15h

●      Escola Classe 18 Gama 10h30 e 13h30

DIA 15.04

●      Escola Classe 01 Planaltina 10h30 e 13h30

DIA 16.04

●      Centro de Ensino Infantil 02 de Planaltina 8h e 15h

●      Centro de Ensino Fundamental Bom Sucesso – Planaltina 10h30 e 13h30

Informações: 97400-2725

Agendamentos: projetowale@gmail.com

Redes Sociais: @grupowaleoficial

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